Vanda requer Cheque-moradia para cadeirantes

Vereadora pede que governo do Estado avaliação das residências dos portadores de necessidades especiais

Após solicitar no final de junho ao Governo do Estado que seja liberado o benefício de Cheque-moradia aos portadores de necessidades especiais do município de Marabá, a vereadora Vanda Américo se reuniu na manhã desta sexta-feira, 7, com membros da Associação dos Cadeirantes de Marabá e com a coordenação da Cohab do Pará para debater a forma e os trâmites para a aquisição do recurso, que pode ser usado para construção, reforma ou ampliação da residência dos selecionados pelo programa Cheque-moradia.

 

Vanda informou que, em contato com o Governo do Estado, solicitou que o programa atendesse a uma demanda reprimida em Marabá de portadores de necessidades especiais, que em muitos casos, dependem de acessibilidade em suas casas, e não possuem recursos para promover a mudança no prédio. Vanda também disse que serão levados à Cohab os nomes das pessoas que são membros da Associação dos Cadeirantes de Marabá, como forma de acelerar o processo.

 

De acordo com Josenilda Costa Farias, coordenadora da Cohab de Marabá, o órgão fará um levantamento dos locais e das pessoas, para que seja feita uma triagem e verificado quem pode receber o benefício. Ela ainda informou que uma das prioridades do Cheque-moradia são justamente os portadores de necessidades especiais.

Josenilda listou os documentos necessários para estar apto ao programa, e disse que é necessário pelo menos cinco anos de moradia no local.

Luís Cláudio, o Cacá, cadeirante, disse que a dificuldade é que as casas em que os cadeirantes residem não são adequadas para os mesmos e que a ajuda para adaptação será bem vinda.

Josenilda informou que os documentos devem ser levados à estação cidadania e entregues a ela, para que possa dar os encaminhamentos necessários e promover as visitas. Caso algumas pessoas não possam se deslocar até a Estação Cidadania, no Pátio Shopping Marabá, ela enviará uma equipe para fazer o levantamento documental. “A demora é somente a entrega do documento e a chegada do engenheiro. É este profissional quem vai avaliar a situação da casa e de cada um dos solicitantes”.

 

 

Vanda pediu para que os cadeirantes agilizem a documentação, para quando o engenheiro chegar, o procedimento possa ser feito de forma mais rápida, dando agilidade ao recebimento do benefício.