Diretoria da Amesp pede apoio para Virada Esportiva e Cultural

Na abertura da Sessão Ordinária desta quarta-feira, 25, o diretor da Amesp (Associação Marabá Esportes) Heriomar Pereira, usou a tribuna para pedir apoio do Poder Legislativo para a realização da 3ª Virada Esportiva e Cultural, que será realizada em novembro próximo, desta vez na Orla do Rio Tocantins.

Ele antecipou que nas 24 horas de atividades esportivas serão praticadas 16 modalidades diferentes, além de uma corrida noturna com distância de 5 quilômetros. “A diferença desta edição do evento é que vamos incluir, também, atividades culturais”.

Heriomar Pereira também informou aos vereadores que a Amesp está 100% documentada e pode receber recursos de vários segmentos, inclusive do poder público municipal, por meio de emendas impositivas. “Queremos que olhem com carinho para este segmento, que tem milhares de pessoas em nossa cidade que praticam algum tipo de modalidade esportiva”

Dora Silva, também ligada à Amesp, disse que foi à Secult (Secretaria Municipal de Cultura) para explicar ao secretário José Scherer sobre a estrutura necessária para realização da Virada Esportiva e Cultura com palco, tendas, e essas demandas foram atendidas. Também procuramos a SEASPAC (Secretaria de Assistência Social) e SEMED, que também estenderam a mão para nos ajudar”, disse Dora.

Euler Fonseca, outro desportista ligado à Amesp, antecipou aos vereadores que durante a Virada Esportiva e Cultural haverá uma grande Feira Fitness, a primeira da cidade.  Ele pediu apoio político dos vereadores e vê que a cidade tem potencial para as práticas esportivas, que não vem sendo aproveitado como deveria. “Haverá palestras, treinamentos e cursos durante os dois dias do evento. Há outras modalidades esportivas, além do futebol, que também precisam de apoio público”, destacou.

O vereador Gilson Dias disse que destinou emenda no valor de R$ 13.000,00 para que a Amesp (já foi liberada) para que a entidade tenha condições de tocar os projetos de fomento ao esporte. “As emendas impositivas estão sendo tábua de salvação para muitas entidades que procuram o Poder Executivo e não conseguem nada. Vêm à Câmara e acabam sendo contempladas com uma fatia dos recursos das emendas impositivas”, explica ele.

O vereador Ray Athiê também destinou R$ 20.000,00 de emenda para a Amesp e crê que isso vai atrair crianças para atividades positivas ligadas ao esporte. “Essa entidade faz um trabalho bastante representativo em nossa comunidade e isso é extremamente importante”, destacou Athiê.

O vereador Pedro Corrêa considera que a Amesp é uma das principais associações que se criou em Marabá nos últimos tempos, envolvendo muitos segmentos esportivos. “Antes, a gente recebia tantos pedidos de representantes de movimentos, que não sabíamos a quem apoiar. Com a Amesp, esses pedidos ficaram centralizados e no Orçamento de 2020 vou colocar emenda individual para apoiar essa entidade”, anunciou.

Pedro Corrêa lembrou os trabalhos da Casa Legislativa em favor do esporte, com realização de audiência pública em 2017, que teve encaminhamento para criação do Museu do Esporte, que foi garantido pelo governo municipal.

Lembrou que, de acordo com demanda da audiência pública do esporte, o Orçamento de 2018 para a Secretaria de Esportes foi dobrado.

A Câmara também aprovou a criação do Conselho Municipal do Esporte, criada Lei de Incentivo à Cultura e Esporte, mas que falta agora a implementação dessa lei.

O vereador Marcelo Alves disse que o que foi chancelado na audiência pública de 2017 foi cumprido pela Câmara, mas agora é preciso o Executivo fazer sua parte. “Há outras entidades que precisam de apoio. A área da Infraero terá a maior academia popular de Marabá, o que é um avanço. A pauta do esporte foi bastante debatida nesta legislatura e precisamos agora cobrar o Executivo para cumprir sua parte”, reforçou.

O presidente da Câmara lembrou que também falta definir a Conferência Municipal do Esporte, mas que esta demanda precisa partir da Prefeitura, para que a Secretaria de Esporte cumpra essa pauta.

O vereador Ilker Moraes disse que Semel não é ordenadora de despesa e que depende da Secretaria de Administração para isso. Para ele, tudo trava ali e o prefeito precisa autorizar para que as questões financeiras sejam resolvidas.