Vereadoras pedem construção de espaços culturais em Morada Nova e Folha 33

Na sessão desta terça-feira, 18, as vereadoras Irismar Melo e Cristina Mutran solicitaram, via requerimento, a construção de espaços culturais no município de Marabá, para atender, conservar e difundir as artes e permitir que o cidadão entre em contato com diversas manifestações artísticas, podendo desenvolver um olhar mais crítico sobre a cultura e outros aspectos de seu cotidiano.

Irismar Melo solicitou a construção de um espaço cultural em Morada Nova. Em sua justificativa, a vereadora considerou que o pedido atende à demanda da população local e ponderou que a matéria é importante porque a construção de um Centro Cultural em Morada Nova pode ser um espaço voltado às atividades desenvolvidas por aquela comunidade, mas ao mesmo tempo receber artistas de outras localidades do município e de outras cidades.
“Dessa forma, será possível reunir moradores interessados no aprendizado e na difusão de informações e da arte em suas diversas expressões, como teatro, música e dança, entre outras, sendo de grande interesse ao elevado número de jovens e adolescentes que ali se encontram”, disse ela.
Já a vereadora Cristina Mutran pediu para que um espaço seja construído para atender a comunidade da Folha 33. Segundo ela, o centro deverá ser composto por biblioteca pública, auditório e salas para realização de cursos e oficinas. “O centro cultural, sob inúmeros pontos de vista, tem como principal objetivo o acesso à cultura, o incentivo e divulgação de produção artística e cultural da cidade. Sabemos que a leitura, a arte e a cultura resgatam e estabelecem mudanças sociais, políticas e econômicas”, considerou Mutran.
Cristina ainda enfatizou que o centro cultural deverá ser um espaço de lazer comunitário, para desenvolvimento de atividades variadas, como oficina de música, canto, arte, contação de histórias e diversos outros tipos de manifestações, voltadas para diferentes públicos da comunidade da Folha 33. “Proporcionaremos com essas ações momentos de descontração, valorização, reconhecimento, prazer e, ao mesmo tempo, conscientizaremos a população de que indiferente da classe socioeconômica, o lazer é um direito de todos”, finalizou Cristina.